Skate


No início era apenas uma tábua com quatro rodinhas. Foi nos anos 60 que o sk8 surgiu nas ladeiras da Califórnia, criado pelos surfistas para se divertir quando não rolava onda.

Em cima daqueles carrinhos pré-históricos, os americanos andavam pelas ruas tendo como único compromisso a diversão. Era a época do Estilo Livre e do Slalom. A indústria percebeu o potencial do esporte e, em 1965, saíram das linhas de produção os primeiros skates. Começaram a rolar também diversas competições de downhill e freestyle. Com o passar do tempo o equipamento foi se aprimorando e começaram a surgir novas modalidades e manobras.

 

Mas foi na década de 70 que o sk8 decolou de vez, com a invenção da roda de uretana pelo engenheiro químico norte-americano Frank Nashworthy. As novas rodinhas ofereciam maior aderência e eram mais silenciosas, para a alegria da vizinhança. Foi também nos anos 70 que surgiram as primeiras skateparks, e a galera passou a andar nas piscinas e nas rampas das grandes pistas. A grande onda era mandar um aéreo, voando cada vez mais alto.

 

Dez anos depois, em meados de 1980, os skatistas começaram a abandonar as pistas devido a falta de segurança, uma vez que a maioria era mal construída. A galera voltou para as ruas, onde tudo começou, e o street skate virou a nova febre. Manobras simples, como o ollie, o slide e o 360o começaram a se misturar surgindo diversas variações. O street moderno combina a adrenalina do vertical com a agilidade das manobras de rua.

 

No final dos anos 90 o skate longboard voltou a conquistar diversos adeptos, mas a grande maioria dos skatistas ainda prefere o street. Até por que, do portão de casa pra fora, chova ou faça sol, é colocar o sk8 no pé e correr pro abraço.

 

Fonte: www.sk8.com.br